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Artigos de Divulgação

   

O Semeador e o Ladrilhador

em: 30/6/2010

Hederson Jose de Oliveira

Aluno do terceiro período do curso de História

Unicastelo – São Paulo

 

Sérgio Buarque de Holanda analisa a colonização espanhola e portuguesa da América, através de uma metáfora entre um semeador e o um ladrilhador. O semador representa o colonizador português que ao chegar ao Brasil, não demonstra esforços de colonização no sentido de desenvolver uma extensão do império portugês, apenas joga joga suas sementes ao vento, de forma aparentimente “desleixada”. Trata-se apenas de um local para exploração, de passagem, sem grandes necessidades de investimentos ou desenvolvimentos sólidos, não havia intensão de aqui construir raizes.  ( Essa primazia acentuada da vida rural concorda bem com o espírito da dominação portuguêsa ... que cuidou menos em construir, planejar ou plantar alicerces do que em feitorizar uma riqueza facíl e quase ao alcance da mão.  Raiz do Brasil de 1936, semeador e o ladrilhador pp 61).

No entanto Ségio Buarque tenha  uma grande inspiração do autor chamado “Max Weber” que mostra sua admiração com a fundação da cidades que representou para o Oriente proxímo e particularmente para o mundo helenístico e para a Roma impérial, pp 61. Faz uma apologia do império da antiguidade, da identifição da cidades.

É interessante analisar que o colonizador espanhol como ladrilador, meticuloso em seu trabalho, se estabelece o seu trabalho no interior da colônia, buscando um clima mais ao europeu; ao contrario dos português que permanece no litoral, como que afirmando o caráter mercantil na facilidade para o escoamento do fruto de sua exploração. Talvez eplo fato dos espanhois não possuirem verdadeira unidade de visinhos lusitanos.

A colonização espanhola caracterizou-se largamente pelo que faltou á portuguesa... pp 62. A sua visão de projeto de uma nação, ou seja fazer do pais ocupado uma extensão do seu. (Pp 130, anos 1930; Sérgio Buarque de Holanda, a superação das raizes ibéricas.) ... os espanhois vinham para ficar, os portugueses, para enriquecer e voltar. Os espanhois são mais rigídos, os portugueses, mais liberais, frouxo e indisciplinados. As casas de suas cidades são dispotas segundos o caprichos de seus moradores, tudo irregular. Não há vontade criadora, construtora. Colonização portuguesa foi orientada pela rotina, com desleixo, com o abandono(...). A ordem do português, é o “semeador”, sem trabalho, sem plano e sem métodos. A ordem do espanhol, é o “ladrilhador” é o oposto. Pp 130 do mesmo.

A chegada dos europeus por parte dos espanhois, teve um problema com clima tropical, preferindo as terra do interior e os planalto. Ao  contrários da colonização  portuguêsa, que foi ante de tudo litorâneas e tropical, a castelhanas parece fugir deliberadamente da marinha preferindo as terras do interior e os planaltos. Existem aliais, nas ordenanças para descobrimentos e povoação, recomendações explícitas nesses sentido. (Pp 65 Raiz do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda).

Na questão do regime dos portugueses, criaram um controle ás entradas das terra a dentro, receosos de que com isso se povoasse a marinha. (Pp 66 Raiz do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda.) Com a chegada de “Tomé de Souza”, vem com regimento do 1° governador – geral do Brasil, para centralizar o poder, constrir uma fortaleza, visatar e proteger as demais capitanias, redistribuir terras, regulamentar a relação entre colonos e indios e incentivar incursõesao interior. E com essa os colonos das capitanias são obrigados a pagarem vinte cruzados para evitar enconvenientes, e tambem para povoação no litoral, das quais poderão os donatários edificar, vilas fzer do lugar povoado. As obras dos portugueses teve o caracter mais acentuado de ”feitrização” do a que colonização, que um instrumento de comercialização.

 “Na América Portuguêsa, entretanto, a obra dos jesuítas foi uma rara e milgrosa  exceção.” Pp 64 Raiz do Brsil, Ségio Buraque de Holanda.

No Brasil, a exploração litorâneas praticada pelos portugueses encontrou mais facilidade no fato de se achar a costa habitada de uma única família de indigenas, que de norte a sul falava mesmo idioma.... aprendidos domesticados e apdaptados em alguns lugares, pelos jejuitas. Pp 71, Raiz do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda.  Os poetugues tiveram grande relações com grupos indigenas que são os “Tupi”.

O semeador e o ladrilhador, instituiu uma intrepretação da cidade colonial da América. Se deu uma ídeia da desordem e do desleixo dos aventureiros portugueses, oposição ao trabalho sistematíco dos ladrilhadores espanhóis. O paradigmas do urbanismo dos séculos XIX e XX.

Palavras – Chave: Cidade Colonial, Historiografia, Urbanismo

 
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julia do carmo santos - disse:
"boa noite pessoal, 1 semestre de ADM ainda estou meio perdida qual a dica para parar a ansiedade? "
Antonio Ananias de Sousa - disse:
"Estou na comunidade virtual da unicastelo."
Bianca Bispo de Almeida - disse:
"Rumo ao 6º Semestre Noturno em Pedagogia! Coragem, 5NB, falta pouco! Quero agradecer principalmente ao Profº Valter de Almeida e a Profª Juliana por me animarem á continuar no curso e por me ajudarem em disciplinas que, de outro modo, seriam bem complicadas de entender. Ah, e quero mandar um beijão pra turma de manhã também. Stellla Santos, a gente se vê no final!"
Gleidson dos Santos Lima - disse:
"Rumo à graduação em contábeis! Quero agradecer o Prof.º Marcelo Rabelo pela atenção em minha análise e curricular. Oportunamente, venho criticar o procedimento atual (boçal) realizado na rematrícula de "ex-alunos". Com todos os dados e documentos arquivados sou forçado a apresentar novamente o histórico. É um absurdo! Entendo que a documentação realmente necessária, seria o comprovante de residência, cópia de RG e foto. Somente isso já resguardaria a efetivação da matrícula. Gleidson Lima RA: 0406078-6"
  
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